sábado, 29 de dezembro de 2018

ARCO-ÍRIS

CONHEÇA ESTE SÍMBOLO BÍBLICO

arco-íris: DESMITIFICAÇÃO
 Símbolo de paz e equanimidade
O símbolo do arco-íris ergueu-se no dia em que Noé foi salvo do dilúvio e estendeu-se por todo o mundo nos mais diversos movimentos. Alguns não mencionam o significado que a Bíblia lhe dá, mas usam metáforas similares.
        Há quem se aproprie dele como um sinal de mudança para uma nova era, ou um despertar para oportunidades e reformas positivas. Desde os primeiros dias de Noé, as grandes mudanças têm acontecido tendo como antecedentes o caos ou calamidades. Qual a conduta adequada para que a evolução humana não seja acompanhada de drásticas consequências, com sofrimento e perda de milhares de vidas? Deus recomendou que fizessem uma aliança. Em que consistia?
        Muito tempo antes do dilúvio, Noé escutou e agiu exatamente como Deus lhe indicara; depois de verificar que tinham sido salvos, Ele propôs-lhe que ensinasse as gerações futuras a respeitarem todo o género de vida e se compatibilizarem com todo o ecossistema. Continuaria, para sempre, a facultar informação, se estivessem dispostos a procurá-la e a fazer o que era justo aos Seus olhos.
        Passaram milhares de anos e começamos agora a despertar para recuperar todo o mal que se tem feito, no entanto, ainda hoje carecemos de informação adequada porque só o Criador conhece os seres e o planeta. Assim, é na ciência d’Ele que encontraremos as bases.
        Examinando os relatos bíblicos, entendo que Noé logo que se viu a salvo em nada cumpriu os acordos que lhe foram propostos, devido aos mitos e às tradições a que ele estava habituado. Por essa razão, também não transmitiu corretamente as mensagens divinas, o que é comprovado pelas incompatibilidades entre capítulos e até mesmo de versículo para versículo. Vou descrever mais pormenores sobre as incoerências de alguns relatos bíblicos, mas serão expostos em outros capítulos. Neste recolhi os que se identificam com as minhas vivências e assim os interpreto. 
O arco-íris é um compromisso nosso,
para a preservação da vida e respeito pelo planeta 
Génesis 5-9 mostra que, por longo tempo, Noé se manteve em diálogo com Deus e, uma vez salvos, a vida do planeta continua. Estes relatos também indicam que, embora o homem possa usufruir da informação divina, depois de a receber ainda tem livre arbítrio para fazer, ou não, como Ele o instrui. Assim, o bem e o mal dependem da decisão humana. O nosso bem tem sido diferente do Bem divino, ele só acontece se nos deixarmos instruir pela Sabedoria do Criador. Com a instrução d’Ele é possível dominar ou prevenir as catástrofes naturais.
Génesis 6:11,12,13,22 conta como o homem tinha arruinado o planeta e com a sua violência. Não foi possível evitar a catástrofe mundial porque a humanidade como um todo menosprezou a instrução divina. Apenas Noé reconheceu e consentiu em receber essa instrução e fez exatamente o que Ele ensinava, atempadamente e com muito trabalho. Quando começou a construir a arca, Deus já lhe tinha mostrado a dimensão da catástrofe que iria enfrentar. Em cada pormenor, foi necessário a informação d’Ele, caso contrário ele não poderia ter elaborado um projeto de tamanha grandeza como a construção da arca. Este não era apenas um plano humano e as premonições divinas não falhariam. Pelo seu empenho e trabalho ao longo de muito tempo, Noé teria de saber com exatidão tudo o que estava a fazer. O Ser divino mostrava-se presente desde o dia em que ele iniciou o seu projeto e estava lá até no dia do fecho da porta da arca; podemos ver esta presença na porta, como um símbolo, que na conclusão de um projeto é justo esperar um sinal como selo da Sua aprovação. Cf. Génesis 7:16.
Mostrando o exemplo da salvação de Noé e dos animais, lembremo-nos de que Deus fez questão de repetir em vários versículos que sempre estaria disposto a dar-nos orientação por todas as gerações enquanto existisse o nosso planeta; este é um presente divino para nos dar alegrias e ser fonte de vida para todo o ser vivente.  
A Terra foi-nos oferecida para fazermos dela um paraíso acalentador da vida
Foi-nos dado o domínio, mas também uma suprema responsabilidade de zelar pelo bem-estar equânime, em harmonia com todos os seres vivos. Enquanto a organização do Criador não reinar, a morte prosseguirá. Ninguém terá sabedoria suficiente para que o Bem e a Vida triunfem. A Instrução daqu’Ele que sabe gerar o Bem e tem a Vida em seu poder é o ponto de partida decretado.  
Diz Génesis 9:8,9,10,17 «Então disse Deus a Noé e a seus filhos, que estavam com ele: “Vou estabelecer a Minha aliança com vocês e com os vossos futuros descendentes e com todo ser vivo”, “Esse é o sinal da aliança que estabeleci entre Mim e toda forma de vida que há sobre a Terra”.»
O arco-íris deveria lembrar ao homem o seu compromisso zeloso com toda a forma de vida. Em diversos capítulos reitera que é todo o ser que tem vida, sem fazer distinção: «a todo aquele que derramar sangue, tanto homem como animal, pedirei contas; a cada um pedirei contas da vida do outro.», cf. Génesis 9:5.
Os animais matam-se entre si, mas é ao homem a quem Deus se dirige e deu a responsabilidade de vencer a morte em todo o planeta. No entanto, continuamos a matar os da nossa própria espécie. Quando se iniciará a tarefa de nos preocuparmos com a organização divina que irá obliterar o poder da morte? Dependerá de cada um decidir no seu pequeno meio. A mudança começará como uma ampulheta que deixa escoar cada grãozinho de areia até vermos muitos espalharem-se pela superfície de todo o planeta. Como surgiu cada pequeno grão? Das rochas. O que nos parecia duro e consistente, vai-se fragmentando ao longo do tempo.
Deus continuou e continua presente no recomeço de cada um de nós
Desde que eles começaram a entrar na arca até poderem sair, permaneceram dentro dela um ano e um mês. Cf. Génesis 7:6,7 e Génesis 8:13,14. Logo que as águas secaram, depois de concluírem que a orientação divina lhes serviu de salvação, Deus esclareceu o que seria necessário para um bom recomeço. Porém, Noé o que fez como agradecimento? Praticou atos ilícitos. Depois de salvar a família e os animais, voltou aos holocaustos. Cf. Génesis 9:11,12,15,17.
Génesis 9:11 explica o compromisso divino ao ensinar todos os descendentes da humanidade a respeitarem o planeta e também todo o género de vida, preservando-a das calamidades naturais. São vários os capítulos e versículos que repetem este assunto, para que nos lembremos do arco-íris e do seu significado, tanto no primeiro livro de Génesis 9:13,14 como no último livro, o Apocalipse.  
Génesis 9:15 lembra que o compromisso de Deus é instruir o homem e o nosso é perceber com exatidão o que Ele ensina. Quanto mais tarde, mais difícil ficará a tarefa de estender o ensino d’Ele pelo mundo, o perigo das catástrofes aumenta e mais vidas estarão envolvidas. Lembremo-nos de que no tempo de Noé a terra não estava superpovoada como hoje. Os sistemas humanos estão cada vez mais sofisticados e emaranhados com soluções quiméricas; mais do que nunca, precisamos da Ciência do Criador para saber compor os estragos que se fizeram ao longo de milhares de anos.   
Escutar a Deus e entendê-Lo
Há pessoas que argumentam que alguns textos são uma introspeção ou jura unicamente do Criador. Porém, foi a nós a quem Ele encarregou de gerir os assuntos da Terra. Sabemos que um pacto ou aliança é algo que se celebra entre dois ou mais seres. Uma aliança não é apenas a afirmação de um soberano com poder, mas uma jura em que todas as partes estão envolvidas numa obra.
O facto de o arco-íris ser visível ao olho humano lembra-nos que Deus está acessível para informar como nos organizarmos e como fugir ao caos, mas é imprescindível consultá-Lo. Assim, a aliança do só poderá ficar completa se estivermos disponíveis para as obras e dispostos a compreender a informação recebida e a fazer o que Ele quer. Adão e Eva e todos nós decidimos que não precisávamos da intervenção divina no ensino. Persistimos arrogantemente nos nossos caminhos e a apenas aprendemos com as experiências que resultam em mal, embora haja alturas em que supomos que o resultado foi positivo; continuamos a deitar o barro à parede e não sabemos quanto tempo ele ficará preso.
Erros, mitos e discrepâncias
Existem diferenças importantes nas mais diversas traduções bíblicas, contudo o que é mais chocante são as discrepâncias das narrativas bíblicas, que identificam a mentalidade de quem as escreveu e manifestam uma personalidade e um conhecimento imperfeito que nada tem a ver com a de um Ser divino. O mesmo também acontece hoje. O modo como interpretamos os textos bíblicos e como depois agimos identificam a nossa personalidade e não a d’Ele. Apresentarei estas divergências em alguns capítulos mais adiante.  
O arco-íris poderia ser usado pelos ecologistas e vegetarianos
Abel foi o primeiro a violar a instrução divina sobre o vegetarianismo
Génesis 1:25 relata-nos que Deus dizia que tudo estava bem organizado na criação dos animais, tanto dos selvagens como dos animais domésticos.
Génesis 1:26-28 fala sobre o projeto divino de, pelo Seu ensino, levar a humanidade a uma condição perfeita, adquirida diretamente d’Ele.
       Seríamos formados como um humano-espiritual (à Sua semelhança) e não apenas humano-animal, que é como temos insistido em caminhar ao longo de milhares de anos. O homem- animal é aquele que não recebe instrução d’Ele. A Ciência divina é descrita com o simbolismo de «os frutos das árvores de Deus, no Éden»: «Deus fez brotar da terra todo o tipo de árvores, (…) a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore da ciência do bem e do mal.» Cf. Génesis 2:9.
O animal não tem capacidade para receber informação d’Ele, por isso tem de ser instruído com o domínio do homem. Mas aquele que dialoga com Deus não precisará de estar dependente do domínio de humanos, assim não é homem-animal.   
Existem vários textos que o explicam, por exemplo, Eclesiastes 9:12 descreve o homem que se torna como os peixes: sem aviso divino, são apanhados na rede traiçoeira. Não é assim com o humano-espiritual, mas com o humano-animal a calamidade cai sobre ele por não ter informação do Ser omnisciente. Também Habacuque 1:14 explica que, se Deus governasse o Homem, ele não seria como os peixes ou outros animais selvagens e em Salmos 49:20, afirma: «aquele que é revestido de honrarias, mas sem entendimento vindo d’Ele, é como os animais, que perecem».
Génesis 3:10 diz «ouvi a tua voz, tive medo porque estava nu» e Apocalipse 3:17,18 «dizes: Sou rico, adquiri riquezas e não preciso de coisa alguma, mas não sabes que és miserável, coitado, pobre, cego e nu (…) aconselho-te a que adquiras de Mim ouro refinado para que fiques rico e trajado com roupas brancas e não se manifeste a vergonha da tua nudez. Recebe o Meu unguento e passa-o nos teus olhos, para que vejas. 
O projeto divino é fazer o Homem à Sua semelhança, referindo-se ao intelecto; tornar-nos-íamos semelhantes se desejássemos aprender com o Criador perfeito.
A seguir à descrição de que o homem poderia ser formado à semelhança do ser espiritual, então menciona a sujeição dos animais. Uma vez que o homem fosse instruído pelo Ser perfeito, é obvio que dominaria para bem e não para oprimir ou matar.
No parágrafo seguinte, em Génesis 1:29,30 diz-se que os frutos da terra, sementes, frutos e ervas seriam os mantimentos de todo o homem e animal, «tudo em que havia fôlego da vida» teria de ter como alimento os frutos da terra, que lhes daria o suficiente e achavam-no no meio onde viviam. Então, não haveria necessidade de se comerem uns aos outros.
Salmos 104:14 diz: «Fazes brotar capim verde e todos os frutos da terra para os animais e também as plantas, para o serviço da humanidade. Há toda a espécie de alimento que sai da terra». Todo o parágrafo menciona a infinidade de benefícios que a terra pode facultar aos mais diversos animais.
A culpa é do homem por não ter controlado a violência dos animais, por isso os chamamos selvagens. Se hoje isto nos parece ridículo de pensar e difícil de alcançar, num mundo a caminhar para a perfeição, os nossos descendentes horrorizar-se-ão por termos abandonado o domínio justo de todo o planeta a ponto de deixarmos aumentar o sofrimento de todo o ser vivo, chegando às barbaridades mais animalescas.    
No Éden eram todos vegetarianos, não se comiam uns aos outros. O homem começou por ser instruído a exercer um domínio justo e a treinar os animais, organizando o sistema para que todos tivessem alimentos da terra e dela se alimentassem. Enquanto estiveram no Éden não houve a ocorrência de qualquer morte, nem mesmo os animais se mataram uns aos outros. Os textos mencionam que Deus via que tudo era muito bom, isto é, até ali existia uma organização perfeita e é a este estado que Deus pretende que o planeta retorne, instruindo-nos, respondendo a todas as nossas boas questões. Voltará a ser como no tempo em que o homem tinha completo domínio de tudo, dando ordens até aos animais selvagens, como fez Noé quando os encaminhou para a arca. Cf. Isaías 11:6-9.
Mesmo que hoje o bem nos pareça irreal, o certo é que já por milhares de anos o simbolismo (ou realidade) da arca de Noé continua a estar presente nas nossas conversas e nos nossos corações. Não é apenas hoje que se chama a atenção para a harmonia e o respeito pela vida, já dizia Isaías 65:23,24,25: «Não terão filhos para a calamidade, porque são a posteridade bendita (…) Antes que clamem, Eu responderei; estando eles ainda falando, Eu os ouvirei (….). O lobo e o cordeiro pastarão juntos, e o leão comerá palha como o boi. Não se fará mal nem dano algum em todo o Meu santo monte».
Só em Génesis 2:17 é que pela primeira vez Deus fala a Adão sobre a existência da morte e dá ordens para que cumprissem a primeira e única lei existente do Éden. Quem cumprisse essa lei saberia ter domínio sobre o mal e o bem prevalecia. Por outro lado, se não cumprissem a lei de Génesis 2:17, a morte dominaria o homem sem que ele soubesse como a vencer. Cf. Génesis 3:19,24.
O sublime cuidado que o homem tinha para preservar a vida no planeta só existiu no Éden. O relato da morte dos animais aconteceu depois da expulsão.
A primeira lei divina foi violada ainda no jardim do Éden, quando comeram o fruto proibido. O segundo erro que eles cometeram foi matar os animais e o terceiro foi o assassinato de Abel.  
segundo e terceiro erro do homem 
Caim, o mais velho, entrou em discórdia com o modo como Abel tratava os animais
Génesis 4:4  menciona que Abel era pastor e divulgava-se que Deus se agradava do cheiro da gordura dos animais que Abel cozinhava. Assim surgiu o pretexto para os holocaustos e para comer animais. Caim não gostou do que se dizia, ficou com ódio a Abel e matou-o. Cf. Génesis 4:8-10.
Abel foi morto, mas a ideia de sacrificar os animais permaneceu
Depois da narrativa dos primeiros holocaustos, inventados por Abel, essa tradição perpetua-se em vários livros bíblicos, mas neles encontram-se muitas incoerências, como nos capítulos Génesis 8:17,20 do tempo de Noé; muitos obstinadamente insistiam em manter rituais, desrespeitando a vontade divina. No versículo 17, Deus profere uma bênção também para os animais e, apesar disso, depois de eles saírem da arca, Noé faz um holocausto e diz que Deus, ao sentir o «aroma agradável» do churrasco, exclama: «Nunca mais amaldiçoarei a terra por causa do homem, pois o seu coração é inteiramente inclinado para o mal desde a infância, nunca mais destruirei todos os seres vivos como fiz desta vez.» Cf. Génesis 8:21.
Vejamos a incongruência desta narrativa: o deus que faz esta afirmação é, sem dúvida, um ser humano. Primeiro, acusa os outros de o terem incitado à fúria e à destruição; depois, fica arrependido quando sente o aroma da carne assada. Então, porque logo a seguir o texto diz «pedirei contas da vida àquele que derramar o sangue do homem ou do animal»? Cf. Génesis 9:5.  
Além disso, depois de sair da arca, Noé não precisaria de matar animais e oferecê-los na brasa para abrandar a fúria divina. Como menciona o texto, o dilúvio já tinha passado e era o começo de uma nova era. Alguns desculpam-se de que ele estaria esfomeado e, como não havia culturas, obrigou-se a matar os animais. Esse Deus perfeito que durante tanto tempo lhe mostrou os pormenores da construção da arca e lhe dá instruções para levarem alimentos para o ano inteiro, também os preveniria em terra firme.
Deus tinha dado instruções totalmente em desacordo com o sofrimento dos animais que tinham sido salvos do dilúvio. Hoje, ao ler os escritos daquele tempo, horrorizamo-nos, especialmente os vegetarianos, a quem o cheiro do churrasco repugna por saberem o quanto os animais sofreram ao enfrentar a morte. Quanto mais um Ser divino, que, melhor do que ninguém, conhece as aflições tanto da humanidade como do animal. Cf. Provérbios 12:10. Precisaria o Criador de rituais de bons cheiros como incentivo para Lhe abrandarem a ira? Seria possível o homem comprar o Seu agrado? Cf. Isaías 1:11 e Génesis 4:4.
O vegetarianismo confere ao homem mais espiritualidade
Para quem tem conhecido a experiência de ser vegetariano como responsabilidade moral, o relato de Daniel é autêntico. Veja-se o que se passou no tempo do rei Nabucodonosor, quando capturou israelitas, entre eles, Daniel. Este tinha boa aparência e era inteligente, por isso queriam que, durante três anos, ele comesse todas as iguarias do palácio e assim poder trabalhar para o rei. Mas Daniel era vegetariano e pediu: «O senhor aceite fazer comigo esta experiência: durante dez dias, vou comer somente legumes (…). No fim, faça uma comparação entre nós e os jovens que comem a comida do rei». Aconteceu que no final ele e seus colegas vegetarianos estavam mais sadios. 
Em Daniel 1:17 afirma-se que Deus deu aos quatro jovens vegetarianos que eram amigos de Daniel um conhecimento profundo dos escritos e das ciências dos babilónios, mas a Daniel deu também o dom de explicar visões e sonhos.
Daniel 1:20 refere: «Todas as vezes que o rei fazia perguntas a respeito de qualquer assunto que exigisse inteligência ou conhecimento, descobria que os quatro jovens vegetarianos eram dez vezes mais inteligentes do que os sábios e adivinhos de toda a Babilónia.»
A narrativa é interessante porque Daniel mostrou-se tão conhecedor dos assuntos divinos que «o rei colocou Daniel como alta autoridade do reino e lhe deu também muitos presentes de valor. Ele pôs Daniel como governador da província da Babilónia e tornou-o chefe de todos os sábios do país». Cf. Daniel 2:48.  

O arco-íris é a interlocução dos céus e a terra
O arco-íris é referido mais vezes como símbolo de transmissão de conhecimentos do Ser divino ao homem para a terra se organizar. Apocalipse 4:1-3 descreve: «Vi uma porta aberta no céu, e a mesma voz (…) falou comigo e disse: “Sobe aqui e Eu mostrar-te-ei o que vai acontecer”. Encontrei-me em espírito no céu e ali, diante dos meus olhos, deparei-me com um trono e alguém sentado sobre ele. Jorravam cintilações daquele que estava sentado no trono, como um diamante ou um rubi, e um arco-íris fulgurante como uma esmeralda envolvia esse trono.
Apocalipse 10:1-8 diz: «Vi a seguir outro anjo, poderoso, descendo do céu, envolvido numa nuvem e com um arco-íris em volta da cabeça (…) segurava na mão um pequeno livro aberto. Pôs o pé direito sobre o mar, o esquerdo sobre a terra (…). De novo a voz do céu me falou: “Vai e toma o livrinho da mão do anjo”.»


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