A razão da minha escrita é sempre a mesma, não deixar esquecer as mensagens divinas para o humano, as que a cada segundo me estão sendo transmitidas
É uma riqueza de conhecimentos incalculável; descrever o que cada dia me é dado é o mínimo que eu poderia fazer. É apenas a minha gratidão por Ele estar tão presente em cada questionamento.
Sei que é muito pouco para tanto que recebo, pois o que deveria fazer seria agir de acordo com a missão que Ele me aconselha e que por vezes não consigo cumprir. E porque não?
Porque existem mil coisas tanto na minha personalidade como no mundo exterior que me desviam para aquilo que não é útil nem para mim nem para o mundo.
Explicar e incentivar as pessoas ao diálogo e ao convívio com o dador da vida deveria ser o meu único objetivo, a minha sublime missão.
Fazer que a pessoa fique desperta para os sinais divinos, que verifique a existência de muitas sincronias entre as nossas interrogações e as respostas d'Ele.
Depois também existem sincronias entre as nossas ações e os acontecimentos posteriores às palavras dos oráculos. Acontecimentos que podem ser bons ou ruins. Porque muitas vezes somos como crianças rebeldes, que não queremos entender as palavras d’Ele e a seguir sofremos as consequências.
Depois, na altura dos sofrimentos, automaticamente damos desculpas, as mais diversas desculpas, a maioria delas é que sofremos influências do sistema ou de alguém. Mas por que razão somos tão sensíveis às influencias do mundo e não às mensagens d’Ele?
Podemos continuar sempre com as nossas evasivas respondendo que não somos nós os únicos culpados.
Porém, uma vez que Deus está tão presente a cada instante da nossa vida, o que nos impede de seguir as Suas instruções de modo compassado?
Instruções estas que tão sincronicamente vão ao nosso lado!
Essas nossas inúmeras desculpas e desvios só servem para destruirmos a nossa própria vida.
Mas o humano já é assim desde o início da sua existência e Deus desde sempre nos alertou para esta conduta.
Este comportamento é descrito na Bíblia no relato de Adão e Eva em Génesis 3: 12, 13.
“ A mulher que Tu me deste” para estar comigo, ela me deu do fruto da árvore e por isso comi.
- A mulher respondeu: A serpente, ela me enganou e por isso comi.
As desculpas de que o erro vem dos outros em nada nos ajuda a reconhecer e mudar as situações ou a nossa personalidade, nosso modo de agir continua o mesmo.
Voltando ao livro de Génesis 3: 17,19, 23, 24 aqui descreve as consequências trágicas que surgiriam; a última seria:
- uma vez comido o fruto do conhecimento do bem e do mal estariam sujeitos a tribulações e impossibilitados de comerem o fruto da árvore da vida.
A discrição pormenorizada destes relatos de Génesis e as suas interpretações estarão disponíveis num livro, que vai ser publicado em breve, pois são assuntos demasiado importantes para os descrever em poucas palavras.



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